rumar para dentro

árvore PEQolvidar ilusões

que mastigo com a mente

sem fôlego

de pulsação desabrida

incorrem contos

que engolem a plenitude

da realidade,

esfumando-a onírica

num poema solto

que folga cantar

enlevos luminosos,

e a quem peço:

desabita o meu pensamento…

e o Verbo cala-se,

e a não-Luz sossega,

e a Consciência reconquista

a quietude,

que numa Iniciação passiva

confere plenitude

à iridescência da Alma

by ayur amrita

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