Sensibilidade e Empatia 🌟 Empathy and Sensivity

Todos nascemos com o mesmo grau de Empatia em potencial, contudo, permitirmo-nos desenvolver a Empatia é, de início, emocionalmente arriscado 🌟

A Empatia implica naturalmente o desenvolvimento de uma extra Sensibilidade, uma Parassensibilidade, um Sentir que vai Além de nós mesmas(os), muito comum em Terapeutas e Cuidadores em geral, que muitas vezes, na Intenção de ajudarem os outros, acabam por absorver para si os desafios dos outros 🌟

Existe uma Escala do Sentir da qual vamos gradualmente tendo noção, em que uma emoção como a Tristeza tem diferentes profundidades dependendo dos nossos traços de personalidade, da nossa Lua (diríamos em Astrologia), e em função do background emocional, das experiências que emocionalmente marcaram a nossa infância, e com as quais criámos o nosso vocabulário emocional 🌟

Nos extremos há quem sinta Tristeza a 300 gramas, é há quem sinta Tristeza a 300 quilos; e quando duas pessoas com Sensibilidades diferentes comunicam entre si torna-se desafiante a compreensão da diferença emocional para cada uma delas; associamos naturalmente a nossa Tristeza ao peso que ela teve na nossa Vida, e assumimos com facilidade, que ela tem o mesmo peso para as pessoas no nosso em torno 🌟

Quando já trazemos a capacidade empática desperta, com ela vem o desafio de Sentirmos tudo e todos à nossa volta com demasiada intensidade, com o aspeto acrescido de podermos estar inconscientes do quanto do peso do outro acabamos por carregar connosco 🌟

A Empatia é muito necessária no Mundo, e ela está presente no nosso senso comum como: “faz aos outros aquilo que gostas que te façam a ti”, e na antiga tradição da carpideira; contudo, para quem traz esta parassensibilidade demasiado ativa, existe a necessidade de se trabalhar e desenvolver o Enraizamento, e de se treinar os Limites 🌟

Com o Tempo, e com o Limite integrado do quanto podemos Dar, e do quanto podemos Receber, a Empatia trabalhada vai-se convertendo gradualmente em Compaixão; podemos observar que a Compaixão é uma Empatia neutra e amorosa, em que Sentimos o outra com a nossa Extra-Sensibilidade, e contudo, estamos conscientes, através do Enraizamento e dos nossos Limites, de até onde podemos ir no nosso sentir, para nos mantermos em Equilíbrio; e é essa neutralidade que nos permite serena e compassivamente, de facto, ajudar os outros 🌟

Quanto mais evoluímos tecnologicamente, mais a Empatia se torna necessária para mantermos a ponte com as nossas emoções, para trabalharmos a capacidade de Sentirmos harmoniosamente os outros, e para construirmos uma Comunicação gentil, ponderada e consciente, que traz presente todas as nossas diferentes Sensibilidades 🌟

Michele Pó 🌺

We are all born with the same degree of potential Empathy, however, allowing ourselves to develop Empathy is, at first, emotionally risky 🌟

Empathy naturally implies the development of an extra Sensitivity, a Parasensitivity, a Feeling that goes beyond ourselves, very common in Therapists and Caregivers in general, who often, in the intention of helping others, end up absorbing the others challenges for themselves 🌟

There is a Feeling Scale that we gradually become aware of, in which an emotion like Sadness has different depths depending on our personality traits, our Moon (we would say in Astrology), and depending on the emotional background, the experiences that emotionally marked our childhood, and with which we created our emotional vocabulary 🌟

At the extremes, there are those who feel Sadness at 300 grams, and there are those who feel Sadness at 300 kilos; and when two people with different Sensitivities communicate with each other, it becomes challenging to understand the emotional difference for each one of them; We naturally associate our Sadness with the weight it had in our Life, and we easily assume that it has the same weight for the people around us 🌟

When we already have the empathic capacity awaken, with it comes the challenge of Feeling everything and everyone around us with too much intensity, with the added aspect that we can be unaware of how much of the weight of others we end up carrying with us 🌟

Empathy is very necessary in the world, and it is present in our common sense as: “do to others what you like to be done to you”, and in the ancient tradition of the mourner; however, for those who bring this too active parasensitivity, there is a need to work on and develop the Grounding, and to train Limits 🌟

With Time, and with the integrated Limit on how much we can Give, and how much we can Receive, worked Empathy gradually becomes Compassion; we can observe that Compassion is a neutral and loving Empathy, in which We feel the other with our Extra-Sensitivity, and yet, we are aware, through Grounding and Limits, of how far we can go in our feeling, keeping ourselves in Balance; and it is this neutrality that allows us to serene and compassionately in fact, help others 🌟

The more we evolve technologically, the more Empathy becomes necessary to maintain the bridge with our emotions, to work on the ability to harmoniously Feel others, and to build a gentle, thoughtful and conscious Communication, which brings all our different Sensitivities present 🌟

Michele Pó 🌺

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